Meio Ambiente

Todo o processo de licenciamento ambiental, a começar da LP, concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade e que aprova sua localização e concepção, é fortemente dependente de informação cartográfica. Mapas, cartogramas ou coordenadas de localização ilustram e especificam a localização dos empreendimentos e o alcance dos seus impactos potenciais.

GIS e Meio Ambiente

Os mapas são ferramentas de comunicação poderosas, sendo, de forma geral, criteriosamente analisados e muito utilizados pelos analistas ambientais dos órgãos licenciadores. É comum que os analistas extraiam a informação cartográfica fornecida pelo empreendedor no processo de licenciamento e carreguem-na no GPS para fazer as vistorias, o que permite verificar em campo, com precisão, a veracidade das informações fornecidas e o contexto geográfico onde se insere o empreendimento. Na maioria dos órgãos licenciadores, os analistas têm acesso, diretamente ou através de um departamento especializado, a Sistemas de Informação Geográfica (SIG), como é o caso do Ibama.

Alguns dos serviços da SENOGRAFIA nesta área:

• Cadastro Ambiental Rural;
• Licenciamento ambiental;
• Levantamento, diagnóstico e monitoramento ambiental;
• Dinâmica histórica de ocupação dos solos e modelagens p/ ocupações futuras;
• Levantamento do Meio Físico;
• Áreas de risco ambiental;
• Levantamento de remanescentes florestais / Matas ciliares / Recursos hídricos;
• Estudos de corredores ecológicos;
• Planos de manejo;
• Estudos fito sociológicos;
• EIA/RIMA / PRAD / EAS / PBA / PCA;
• Zoneamento econômico-ecológico;
• Plano de manejo integrado de bacias hidrográficas;
• Mapas e levantamento de informações para gestão de bacias.

O investimento em geoprocessamento, diluído nesse tempo, tende a ser relativamente pequeno, tendo uma excelente relação custo-benefício. Basta considerar que um quilômetro de linha de transmissão de alta tensão implantada custa na ordem de um milhão de dólares ou que grandes hidrelétricas custam na ordem de alguns bilhões de reais. Os ciclos de implantação de grandes projetos de infra-estrutura duram de dois até dez anos ou mais, logo, planejar corretamente o uso do geoprocessamento e contratar na hora certa contribuem para o máximo benefício no ciclo do projeto, reduzindo inclusive o custo de muitos outros estudos por meio do suporte à comunicação e integração de informações, suporte ao planejamento das atividades de campo e ampliação da capacidade de análise do corpo técnico contratado e executivos responsáveis.

Modelos de Dispersão

Diagnósticos e Impactos

Monitoramentos

Sistemas GIS

Viabilidades

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